Vereador Reginaldo Roriz se manifesta sobre pedido de posse de Sargento Joel: “A medida não é justa e não reflete o desejo da sociedade”

Vereador Reginaldo Roriz se manifesta sobre pedido de posse de Sargento Joel: “A medida não é justa e não reflete o desejo da sociedade”

O vereador Reginaldo Roriz, ocupante da vaga do partido PDT na Câmara Municipal de Muriaé, se manifestou sobre o pedido de posse feito pelo ex-vereador Sargento Joel, que alega ter sido alvo de perseguição durante a operação “Catarse”. Em resposta, Reginaldo Roriz apresentou um ofício com a renúncia de Sargento Joel e afirmou que o pedido de posse não pode ser admitido.

Segundo o vereador Reginaldo, o ato de renúncia ocorreu em 3 de dezembro de 2021 e seguiu todos os procedimentos internos do legislativo. A renúncia, de acordo com Reginaldo, produziu os efeitos esperados, permitindo que ele assumisse a vaga do partido e atuasse na Câmara Municipal desde então.

Ao se pronunciar sobre o pedido de posse de Sargento Joel, o vereador Reginaldo Roriz afirmou: “A medida não é justa e não reflete o desejo da sociedade.” De acordo com sua avaliação, a renúncia já ocorreu, e o processo de substituição foi conduzido conforme as normas estabelecidas.

Com base na resposta do vereador Reginaldo Roriz, fica evidente que o pedido de posse feito por Sargento Joel encontra resistência e não é considerado viável. A renúncia apresentada pelo primeiro suplente produziu os efeitos legais esperados, garantindo que Reginaldo Roriz assumisse a vaga no partido PDT e exercesse suas funções na Câmara Municipal.

A situação permanece envolta em debate e discussão, uma vez que Sargento Joel está detido e enfrenta acusações graves, incluindo o suposto assassinato de sua esposa e envolvimento em crimes de desvio de dinheiro público durante sua gestão como presidente da Câmara de Vereadores. O julgamento de Sargento Joel ainda não tem data marcada.

Acompanharemos atentamente o desenrolar dessa questão, mantendo o compromisso de informar a população de Muriaé sobre os acontecimentos relacionados ao caso.

Advogado de defesa do ex-vereador Sargento Joel alega perseguição durante operação “Catarse”

Advogado de defesa do ex-vereador Sargento Joel alega perseguição durante operação “Catarse”

Nesta quinta-feira, durante uma entrevista por telefone à Rádio Muriaé, o advogado de defesa do ex-vereador e policial militar, Sargento Joel, Dr. Deivid Reginaldo, levantou a questão de que seu cliente tem sido alvo de perseguição durante a operação “Catarse”, deflagrada pelo Ministério Público, através do Grupo de Atuação Especial em Combate ao Crime Organizado (GAECO).

De acordo com o advogado, outros quatro vereadores e empresários de Muriaé, acusados de cometerem o mesmo crime que Joel, estão soltos e sequer foram citados no processo. Essa discrepância levanta suspeitas sobre uma possível seletividade nas investigações e detenção de seu cliente.

Durante a conversa, o advogado também informou que entrou com uma ação judicial exigindo que Sargento Joel assuma a ocupação de vereador, na cadeira do partido PDT, alegando que seu cliente é o primeiro suplente e foi eleito democraticamente com 714 votos. Segundo o Dr. Deivid, a intenção é garantir que a lei seja cumprida e que a vontade dos eleitores seja respeitada.

O advogado explicou que a renúncia de Joel, em dezembro de 2021, foi uma decisão provisória, motivada por problemas de saúde que o levaram a receber auxílio doença do INSS na época. Atualmente, o vereador Reginaldo Roriz ocupa a cadeira de vereador por ser o segundo suplente.

É importante ressaltar que Sargento Joel está atualmente preso no 21º Batalhão da Polícia Militar em Ubá. Ele enfrenta acusações graves, incluindo o suposto assassinato de sua esposa, Priscila Asevedo, em dezembro de 2021, além de envolvimento em crimes de desvio de dinheiro público durante seu mandato como presidente da Câmara de Vereadores.

O julgamento de Sargento Joel ainda não tem uma data definida para ocorrer, e a defesa continua alegando a inocência de seu cliente, enquanto busca garantir seus direitos políticos. A situação envolvendo as acusações e a possível perseguição durante a operação “Catarse” certamente será acompanhada de perto pela população de Muriaé e pela opinião pública em geral.

Ouça o áudio da entrevista: 

Decisões de exoneração em Muriaé levantam questionamentos sobre motivações políticas

Decisões de exoneração em Muriaé levantam questionamentos sobre motivações políticas

No último dia 22 de maio, o prefeito de Muriaé, Dr. Marcos Guarino, emitiu o decreto de número 11.969, que dispõe sobre a exoneração de servidores ocupantes de cargos em comissão das Secretarias Municipais. A medida, aparentemente motivada pela necessidade de pessoal no âmbito dos órgãos da Administração Direta Municipal, vem gerando questionamentos sobre sua real motivação.

De acordo com o decreto do prefeito, foram exoneradas três pessoas da Secretaria Municipal de Administração, uma pessoa da Secretaria Municipal de Obras Públicas, uma pessoa da Secretaria Municipal de Agricultura, duas pessoas do Gabinete do Prefeito, uma pessoa da Secretaria Municipal de Planejamento e Controle, e duas pessoas da Secretaria Municipal de Fazenda.

Embora o documento oficial mencione as justificativas legais para as exonerações, rumores e conversas extraoficiais indicam que o prefeito pode ter utilizado essas medidas para atingir vereadores que não têm votado de acordo com suas orientações.

A ação levanta preocupações sobre a imparcialidade e a transparência das decisões políticas tomadas pelo prefeito. É importante ressaltar que as exonerações em si não são ilegais ou irregulares, desde que estejam em conformidade com a legislação vigente e com os critérios estabelecidos para ocupação de cargos em comissão.

Diante desses acontecimentos, este veículo de comunicação se compromete a acompanhar de perto o desenrolar dos fatos e buscar mais informações para esclarecer se houve ou não motivações políticas nas exonerações. É fundamental que a população esteja informada sobre as decisões que afetam diretamente o funcionamento da administração pública e a representatividade dos vereadores eleitos democraticamente.

Continuaremos a acompanhar esse caso de perto e manteremos nossos leitores informados sobre qualquer desenvolvimento. Nossa missão é trazer transparência e apurar os fatos de maneira imparcial, a fim de garantir a integridade dos processos políticos e a confiança da população em suas instituições.

Importante: Este artigo é baseado em informações disponíveis até a data de publicação. Quaisquer atualizações subsequentes podem alterar o cenário ou adicionar novos elementos à situação. É essencial continuar acompanhando as notícias para se manter informado sobre os desdobramentos desse caso.

Sargento Joel preso por feminicídio protocola pedido para assumir vaga de vereador cassado

Sargento Joel preso por feminicídio protocola pedido para assumir vaga de vereador cassado

Na tarde de terça-feira (23), uma reviravolta chocante na política de Muriaé. O Vereador Sargento Joel Morais de Asevedo Júnior, atualmente detido em Ubá por causa de um feminicídio, protocolou um pedido na Câmara Municipal para tomar posse na vaga deixada pelo ex-Vereador Carlos Delfim, que foi cassado por decisão unânime dos colegas vereadores no último dia 17/05.

A solicitação do suplente de Vereador Sargento Joel baseia-se no fato de ser o primeiro suplente do partido, o que o tornaria o sucessor direto de Carlos Delfim. Alega-se que sua renúncia ao direito de assumir o cargo foi apenas durante o afastamento do ex-Vereador e, portanto, não é definitiva.

No entanto, é importante ressaltar que o suplente Sargento Joel enfrenta outra prisão preventiva, determinada no âmbito da operação CATARSE, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO). Essa nova prisão traz ainda mais questionamentos sobre sua elegibilidade para assumir uma cadeira no legislativo municipal.

Agora, cabe à Presidência da Câmara de Muriaé apreciar o pedido do suplente. A decisão não apenas colocará em jogo a reputação da instituição, mas também poderá gerar indignação e debates acalorados na comunidade muriaeense, uma vez que o caso envolve um crime grave e a necessidade de preservar a integridade da representação política local.

Enquanto a cidade aguarda a posição da Câmara Municipal, os cidadãos expressam preocupação com a possibilidade de um Vereador acusado de feminicídio assumir um cargo público de tamanha importância. Afinal, esse evento não apenas afeta diretamente a confiança na política local, mas também levanta questões sobre o sistema de seleção e indicação dos candidatos.

Acompanharemos atentamente os desdobramentos desse caso que promete agitar Muriaé nos próximos dias, mantendo nossos leitores informados sobre a decisão da Presidência da Câmara e as consequências dessa situação inusitada.